Arquivar junho 2019

O perigo das baixas temperaturas para o sistema respiratório

perigo das baixas temperaturas

Aqui no Brasil, a chegada das baixas temperaturas abrem também a temporada de passeios ultrarromânticos. Os passeios prediletos dos casais nessa época do ano são as viagens românticas para as serras e as experiências gastronômicas, principalmente com vinhos e fondues. De fato é uma estação muito gostosa para quem namora, mas é preciso tomar cuidado, pois se trata de um período em que doenças respiratórias são muito comuns e podem ser causadas pelo excesso de friagem. Confira nesse artigo os principais problemas agravados pelo frio e algumas dicas de cuidados que devem ser tomados durante essa época.

Gripes e resfriados

As gripes e resfriados são as complicações mais conhecidas causadas pelas quedas de temperaturas.

Rinite alérgica

As crises de rinite alérgica acontecem principalmente quando a pessoa entra em contato com mofo, poeira, pólen, entre outros. Essas crises ocorrem em quem já sofre da doença. Nesse caso, o corpo reage de maneira combativa contra elementos que não costumam causar mal ao indivíduo saudável.

Asma

Outra doença respiratória que costuma ter suas crises agravadas com baixas temperaturas é a asma. No Brasil, o diagnóstico de asma é bastante preciso e costuma ocorrer ainda na infância. Nessa doença, ocorre o estreitamento dos canais de ar do pulmão, o que desencadeia falta de ar e, em situações mais graves, até mesmo sufocamentos. De acordo com o portal do Hospital Otorrino Brasília (www.hospitalotorrinobrasilia.com.br), uma das principais causas do maior número de crises no inverno é o aumento de ocorrências de infecções virais.

Cuidados que você deve tomar para evitar complicações no inverno

  •  Lavar bem as mãos: esteja sempre atento à limpeza de suas mãos. Ao manter a higienização delas em dia, é possível afastar provisoriamente possíveis vírus e bactérias decorrentes de atividades do dia a dia. Os momentos mais importantes para se manter as mãos higienizadas são antes e depois de espirrar, antes e depois de tossir, antes e depois de utilizar o banheiro e antes e depois de comer.
  •  Manter uma alimentação balanceada: no inverno, é comum que as pessoas retratem um aumento de apetite por gorduras e carboidratos simples. Talvez, por isso, as atrações gastronômicas de modo geral incluem massas em suas opções. Porém, para se prevenir de doenças respiratórias nessa época, é muito importante que o sistema imunológico esteja em dia. Isso evitará com que vírus e bactérias entrem no corpo e consigam causar algum mal. O consumo de frutas e verduras com vitamina C são as principais pedidas. Dentre elas estão a laranja, o limão, a couve, entre outros.  Ter uma boa noite de sono é essencial para manter a saúde em dia.
  •  Praticar atividade física: praticar atividades físicas no inverno é definitivamente uma tarefa bastante difícil, mas, ainda assim, necessária. A atividade física auxilia na manutenção do sistema imunológico e no controle do sono.
  • Beba muito líquido: as estações mais frias costumam trazem com elas um fator agravante das doenças respiratórias: o clima seco. Por isso, é extremamente necessário manter a hidratação em dia, ingerindo líquidos. Além disso, um umidificador de ar também é muito bem-vindo nessas épocas.

Agora que você já sabe quais são as principais doenças agravadas pelo frio, previna-se. Assim, você poderá aproveitar as temperaturas baixas sem adoecer.

A Disfunção Erétil Poderia Ser Genética

Disfunção Erétil

Se o pai ou o avô de um homem tem disfunção erétil? O familiar pode estar em maior risco? Os cientistas podem estar mais próximo das respostas.

A disfunção erétil é a  incapacidade de obter ou manter uma ereção firme – afeta milhões de homens em todo o mundo e se torna mais comum à medida que os homens envelhecem. A condição geralmente está relacionada a outros problemas de saúde, como diabetes, doença cardíaca ou esclerose múltipla. Mas pesquisas anteriores sobre gêneros sugerem que cerca de um terço dos casos de DE são genéticos.

Os cientistas acham que encontraram uma localização genética específica (chamada de locus genético) no DNA humano que afeta as ereções. Eles publicaram suas descobertas na revista Proceedings, da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos da América no mês passado.

A localização é próxima ao gene SIM1, que se acredita estar relacionado à obesidade.

O que os estudos sugerem

Os pesquisadores examinaram dados de dois estudos de associação genômica ampla. O primeiro estudo utilizou informações genéticas da pesquisa Genetic Epidemiology Research sobre Saúde de Adultos e Envelhecimento, uma divisão do Programa de Pesquisa Kaiser Permanente sobre Genes, Meio Ambiente e Saúde.

Este projeto envolveu 36.648 homens com disfunção erétil que completaram uma pesquisa de emergência ou foram tratados para disfunção erétil.

Os pesquisadores descobriram que 26% dos homens tinham uma variação genética na região SIM1 e determinaram que esses homens estavam em maior risco de disfunção erétil.

Em seguida, a equipe de pesquisa analisou a informação genética para um grupo de 222.358 pacientes com disfunção, através do UK Biobank, um recurso internacional. Os resultados neste grupo foram semelhantes aos do primeiro grupo.

As variações genéticas podem influenciar o funcionamento do gene SIM1, levando à disfunção sexual, explicaram os autores do estudo.

Como evitar o problema genético

Mesmo que a genética possa pré-dispor os homens a ter esse problema genético, há algumas formas de evitar esse tipo de problema. Como e qualquer problema que possa vir da genética, você pode evitar somente com a alimentação.

Uma boa alimentação com gorduras boas, com baixo teor de açúcares pode melhorar a função sexual dos homens. Vale lembrar também que pessoas que fazem o uso de bebida alcoólica e são fumantes, tendem a ter disfunção erétil e ejaculação precoce mais cedo que homens que não fazem o uso.

Para saber mais sobre ejaculação precoce, veja https://www.artesdecura.com.br/ejaculacao-precoce-como-resolver-tratamento/

Nem sempre da para saber se você tem a genética pré disposta a passar por esses problemas, tendo em vista que esse assunto não tão comentado abertamente. O que podemos fazer para evitar é sempre manter bons hábitos e fazer bons exercícios regularmente, tendo genética boa ou não.